domingo, 18 de dezembro de 2011
domingo, 13 de novembro de 2011
domingo, 16 de outubro de 2011
Vivemos numa selva de pedras, eu queria simplesmente uma casinha branca com quintal e uma janela para ver o sol nascer.

Casinha Branca
Composição: Gilson e Joran
Eu tenho andado tão sozinho ultimamente
Que nem vejo a minha frente
Nada que me dê prazer
Sinto cada vez mais longe a felicidade
Vendo em minha mocidade
Tanto sonho perecer
Eu queria ter na vida simplesmente
Um lugar de mato verde
Pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca de varanda
Um quintal e uma janela
Para ver o sol nascer
Às vezes saio a caminhar pela cidade
À procura de amizades
Vou seguindo a multidão
Mas eu me retraio olhando em cada rosto
Cada um tem seu mistério
Seu sofrer, sua ilusão
Eu queria ter na vida simplesmente
Um lugar de mato verde
Pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca de varanda
Um quintal e uma janela
Para ver o sol nascer
Eu queria ter na vida simplesmente
Um lugar de mato verde
Pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca de varanda
Um quintal e uma janela
Para ver o sol nascer ...
domingo, 28 de agosto de 2011
domingo, 10 de julho de 2011
domingo, 3 de julho de 2011
domingo, 26 de junho de 2011
Querida criança

o mundo estaria com seus problemas resolvidos.
Na sua simplicidade, você como mágica, transforma as tensões em bons momentos e os problemas estes...
deixam de existir.
Quando observamos você criança, ficamos supresos com sua espontaneidade e disposição pra enfrentar o mundo
Sua beleza serve para nos dar alegria, seu sorrisso para nos dar a paz que precisamos.
Graças a você, encontramos forte rações pra não desistir de procurar um mundo cada vez melhor, mais justo e mais humano.
Criança, sua alegria e sinceridade nos ajudam a lembrarmos que o mundo ainda é belo e que é preciso valorizar a simplicidade.
Seja feliz, viva uma vida plena de alegria e tenha um presente e um futuro maravilhoso.
Obrigado por você existir.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Inocência

Uma menininha, diariamente, vai e volta andando para a sua escola. Apesar do mau tempo daquela manhã e de nuvens estarem se formando, ela fez seu caminho diário para a escola. Com o passar do tempo, os ventos aumentaram e junto os raios e trovões. A mãe pensou que sua filhinha poderia ter muito medo no caminho de volta pois ela mesma estava assustada com os raios e trovões.
Preocupada, a mãe rapidamente entrou em seu carro e dirigiu pelo caminho em direção à escola.
Logo ela avistou sua filhinha andando, mas, a cada relâmpago, a criança parava, olhava para cima e sorria.
Outro e outro trovão e, após cada um, ela parava, olhava para cima e sorria!
Finalmente, a menininha entrou no carro e a mãe curiosa foi logo perguntando:
-O que você estava fazendo?
A garotinha respondeu:
-Sorrindo! Deus não pára de tirar fotos minhas!
Deixemos que toda inocência floresça em nossos corações para podermos ver a bela e real felicidade que está nos momentos de simplicidade...
(Autor desconhecido)















